ETELVINA RAMOS SANTANA ,nasceu
no dia 20 de Fevereiro de 1910, na cidade de Matinhos-Pr. Filha de Urbano Ramos
e Otilia Luzia Ramos, casou com o Sr Alexandre Leocádio Santana com quem teve 12 filhos: Jocelina Santana Bonatto (D. Gigi), Lindauro
(Dodó), Elza Bassfeld, Maria Etelvina, Gilberto Alexandre (Giba), Zoraide
Santana, Iazette (Zette), Gilson José (Nico), Alexandrina, Otilia e os gêmeos
que faleceram ainda bebês. D. Etelvina trabalhava na roça ajudando seu esposo,
salgava os peixes que eram pescados para
serem comercializados. Fazia balaios de cipó e taquara para uso de casa e da
pesca. Costurava as roupas da família com muito carinho, além dos afazeres
domésticos. As roupas eram lavadas no mesmo rio de onde era retirada a água
para consumo da casa Ali as mulheres esfregavam as roupas com as mãos e batiam
em tábuas para ajudar na retirada da sujeira, as vezes colocadas para “quarar”
estendidas na grama, um trabalho nada fácil. O trabalho nas colheitas era
feitos em mutirão, onde todas as famílias ajudavam e no final dividido parte da produção para cada
família que colaborou. Faziam grandes festas para comemorar e compensar o duro
trabalho realizado, também as Festas religiosas com terços, ladainhas,
fandango, fogueira e comidas típicas como: quentão, doce de goma, gemada com
vinho, canjica ou café com arroz. Assim vivia D. Etelvina, com muita
simplicidade e uma fé inabalável um respeito que infelizmente não se vê muito
hoje. Histórias que precisam ser contadas para resgatar valores que são muito
importantes para esta nova geração.segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Nome de Praça: QUEM FOI ETELVINA RAMOS SANTANA
ETELVINA RAMOS SANTANA ,nasceu
no dia 20 de Fevereiro de 1910, na cidade de Matinhos-Pr. Filha de Urbano Ramos
e Otilia Luzia Ramos, casou com o Sr Alexandre Leocádio Santana com quem teve 12 filhos: Jocelina Santana Bonatto (D. Gigi), Lindauro
(Dodó), Elza Bassfeld, Maria Etelvina, Gilberto Alexandre (Giba), Zoraide
Santana, Iazette (Zette), Gilson José (Nico), Alexandrina, Otilia e os gêmeos
que faleceram ainda bebês. D. Etelvina trabalhava na roça ajudando seu esposo,
salgava os peixes que eram pescados para
serem comercializados. Fazia balaios de cipó e taquara para uso de casa e da
pesca. Costurava as roupas da família com muito carinho, além dos afazeres
domésticos. As roupas eram lavadas no mesmo rio de onde era retirada a água
para consumo da casa Ali as mulheres esfregavam as roupas com as mãos e batiam
em tábuas para ajudar na retirada da sujeira, as vezes colocadas para “quarar”
estendidas na grama, um trabalho nada fácil. O trabalho nas colheitas era
feitos em mutirão, onde todas as famílias ajudavam e no final dividido parte da produção para cada
família que colaborou. Faziam grandes festas para comemorar e compensar o duro
trabalho realizado, também as Festas religiosas com terços, ladainhas,
fandango, fogueira e comidas típicas como: quentão, doce de goma, gemada com
vinho, canjica ou café com arroz. Assim vivia D. Etelvina, com muita
simplicidade e uma fé inabalável um respeito que infelizmente não se vê muito
hoje. Histórias que precisam ser contadas para resgatar valores que são muito
importantes para esta nova geração.Terceira Idade no BAILE DO HAWAI
No último dia 20 a Casa da Cultura de Matinhos realizou o Baile do Hawai para o grupo Ativa Idade. Foram momentos descontraídos de fantasias, músicas, descontração e muita alegria estampada no rosto daqueles que participaram. Este grupo foi criado no início desta gestão e agora optaram por fazer, além de suas reunião semanais, um baile mensal temático. É coordenado pelo Professor Delcio Ramos, também Diretor da Casa e Chefe do Departamento de Cultura de Matinhos. As reuniões acontecem todas as Quintas-Feiras às 15:00 Horas no Salão de Artes (pavimento superior. Outras informações podem ser obtidas pelo fone (41) 3971-6259.
Nomes de Rua: QUEM FOI ALEXANDRE LEOCÁDIO SANTANA
Alexandre Leocadio Santana, filho de Leocádio Apolinário de Santana e Mariana Viana do Bonsucesso, nasceu no dia 17 de Março de 1907, na cidade de
Matinhos-Pr. Casou-se com D. Etelvina Ramos Santana e tiveram 12 filhos:
Jocelina Santana Bonatto (D. Gigi), Lindauro (Dodó), Elza Bassfeld, Maria Etelvina,
Gilberto Alexandre (Giba), Zoraide, Iazette (Zette), Gilson (Nico), Alexandrina Santana Trevisan (Tatá), Otília e mais os gêmeos que faleceram quando ainda bebês, e de seu
segundo casamento Alexandre Santana.. No
início do balneário não havia um serviço organizado de salva-vidas. Os
pescadores freqüentemente eram solicitados a prestar socorro àqueles que eram
levados mar adentro pela correnteza. Um desses pescadores era o Senhor
Alexandre Leocádio que freqüentemente retirava de canoa e, às vezes a nado, os
que estavam se afogando. Surgindo dessa forma a atividade de salva-vidas no
litoral paranaense. O Sr Alexandre foi o primeiro salva-vidas de Matinhos. Pelos
idos de 1954, o então Governador do Estado, Doutor Bento Munhoz da Rocha Neto
fez a nomeação de guarda-vidas civil, que apenas em número de seis guarneceram
as praias de Matinhos e Caiobá. Apenas em 1960 vieram os primeiros guarda-vidas,
pertencentes ao Corpo de Bombeiros, que haviam feito o curso de salva-vidas no
Rio de Janeiro. O encarregado de fiscalização dos trabalhos de Guarda-Vidas foi
o Senhor Albano Muller, Juiz de Paz de Matinhos, sendo quem providenciava os
meios para o bom andamento da atividade de guarda-vidas, trabalho este que não
era remunerado. Além se seus serviços de salva vidas, pescador, o Sr Alexandre
foi também agricultor, onde cultivava mandioca, milho, criava vaca leiteira,
galinha, porcos. No local onde era seu sitio, hoje esta construída a estação de
tratamento sanitário da Sanepar. As
festas religiosas eram a ponto alto da vida social da época. As novenas, os terços
cantados... A fé era muito grande e exercitada através do respeito. Na Sexta-Feira Santa nada era feito de trabalhos diário, nem comida... Passavam o dia com
canjica feita no dia anterior. Havia também os bailes com fandangos, que todos
gostavam de participar. Como pescador o Sr Alexandre trabalhava muito,
principalmente na caça ao cação, que era salgado e seco como o bacalhau para comercializar. Há mais de um século e
meio esta família habita Matinhos e hoje esta povoada de bisnetos, trinetos e tetranetos do Sr Appolinario Theodoro de Sant'Anna , bisavô de Alexandre Leocádio, de onde vem suas origens.
Alexandre Leocádio Santana faleceu no dia 15 de Janeiro de 1993, com 85 anos. quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Nomes de Rua: Quem foi CECILIANO TAVARES?
Ceciliano Tavares, mais
conhecido como Cecílio Tavares, foi jogador profissional do
CORITIBA nas décadas de 30 e 40, revelando-se com ídolo
do futebol. Participou também da Seleção
Paranaense em 41 e foi reconhecido como “craque” da época. Nasceu em Guaratuba no dia
22 de Novembro de 1915. Casou com a Sra Hilda Fantinato Tavares e tiveram oito
filhos: Leila, Sérgio (do SESC), Gilberto, Jussara, Cecílio e oito netos. Morou em Paranaguá e depois foi para o Rio de Janeiro onde fez parte da
Seleção Carioca de Futebol. Chegou em Matinhos e aqui permaneceu por mais de 30
anos. Foi um dos primeiros veranistas que aqui construíram suas casas. Amava
Matinhos e em todos os lugares que chegava sempre divulgava a cidade de seu
coração. Foi uma pessoa que não teve inimigos pois transmitia uma alegria de viver
contagiante, despertando confiança em quem se aproximava, e sempre se procurava em ajudar e a orientar quem
precisava de uma palavra amiga. Gostava muito de reunir os amigos para festejar
a vida. Tinha uma preocupação com futuro
dos jovens, procurando assim ser um bom exemplo para eles.
Entrevista feita ao Sr. Sérgio Juarez Tavares (filho) pela Prof. Sandra Jepp do Departamento de Cultura de Matinhos
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Nome de Rua: QUEM FOI JOSÉ JOÃO BIGARELLA
JOSÉ JOÃO BIGARELLA, casado
com Otilia Schaffer Bigarella e pai do geólogo João José Bigarella. Esteve
entre os primeiros banhistas em Matinhos. Entre muitas contribuições para o
desenvolvimento de nossa cidade foi
nomeado presidente da Empresa Melhoramentos de Matinhos, construindo uma
pequena usina termoelétrica, sendo possível melhorar a qualidade da água que
era consumida, antes de rios ou poços superficiais. Também na Serra, José João
Bigarella refez as instalações de captação de água, ampliando-a e colocando uma caixa de sedimentação para evitar a
entrada de areia. Em Matinhos construiu um reservatório de pedra com capacidade
de 58.000 litros, ainda hoje existente no morrote homônimo. José João Bigarella
realizou o trabalho técnico da Empresa Melhoramentos de Matinhos dirigindo
pessoalmente todos os trabalhos de instalação da rede, da construção da caixa
de captação e do reservatório, bem como qualquer reforma necessária. Foi
continuamente reeleito presidente, até a desapropriação da Empresa pela
Prefeitura Municipal de Matinhos. Tal era seu envolvimento com a Empresa, que
passou a ser conhecido como “o dono da água”. O arcebispo Metropolitano de
Curitiba nomeou uma comissão para a construção da Igrejinha de Matinhos, entre
outros José João Bigarella como
tesoureiro e orientador técnico. Logo reiniciaram a obra que estava paralisada
desde 1939. A igreja foi inaugurada no dia 29 de junho de 1944.
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