quinta-feira, 16 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI JOSIRENE GOUVEA

JOSIRENE GOUVEA nasceu em 17 de Janeiro de 1980 em Curitiba  e era filha de José Oliveira Gouvea e Maria Irene Gouvea (de família matinhense). Veio para Matinhos em 1981, residindo na Rua Porto Alegre, Rivieira,  até  Dezembro de 2000 e na Rua Bom Jesus de Iguape até  25 de Dezembro  de 2004, atualmente Rua JOSIRENE GOUVEA. Estudou a primeira parte do ensino fundamental na Escola Municipal Monteiro Lobato e concluiu no Colégio Estadual Sertãozinho. Cursou o Ensino Médio  com ênfase em contabilidade no Colégio Alberto Veiga  em Paranaguá. Cursou a faculdade de Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior na FAFIPAR,  em Paranaguá. Paralelamente fez Curso de espanhol e estava cursando inglês. Era membro e tocava clarinete na banda da Igreja Assembléia de Deus. Trabalhou um pouco mais de um ano no Cartório Eleitoral de Matinhos e três anos no  Banco  HSBC. Devido ao seu trabalho com o público se tornou uma pessoa muito conhecida em Matinhos e almejava um futuro promissor.  Sua morte repentina, aos 24 anos,  em pleno dia do Natal de 2004 abalou familiares e amigos. Ela trabalhou normalmente dia 24 até ao meio dia e  em seguida ajudou a preparar uma bela ceia para comemorar o Natal à meia noite,  o que era costume na família. No dia 25 acordou com uma crise de bronquite e às 14:00 horas foi levada para atendimento médico mas entrou em coma, teve duas paradas cardiorrespiratória e faleceu às 17:00 horas. Em 2005 a Câmara Municipal com projeto do Vereador Sandro Braga,  aprovou uma homenagem, por se tratar de família matinhense, e foi sancionada pelo Prefeito alterando o nome da rua de sua casa que passou a denominação de Rua JOSIRENE GOUVEA.


O Departamento de Cultura de Matinhos agradece aos pais pelas informações.

quarta-feira, 15 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI CARLOS ESTEVAM DA SILVA

Carlos Estevam da Silva, filho de José Francisco Inácio e de Ana Maria da Silva, nasceu no dia 04 de agosto de 1912, na cidade de Matinhos. Estudou o 1° e 2° ano na Escola Caetana Paranhos, em Caiobá. Com idade de 12 anos começou a trabalhar como pescador, tornando-se profissional na área. Através dessa profissão adquiriu todos seus bens, como: canoa, rede, banca e um paiol a beira da praia onde guardava todos os seus pertences. Conheceu na mesma cidade uma jovem por nome Luzia Gomes da Silva que a tomou por esposa no dia 23 de Dezembro de 1939.  Numa das propriedades pertencentes à família sua esposa construiu sua casa, na Rua Maria Phaifer Ferreira Gomes n° 180. Construíram suas vidas criando oito filhos, cujo mais velho (Alonso Carlos) faleceu na época por falta de recurso no lugar, criou então sete filhos: Euzi, Alonso, Zeli, Zenira, Aelson, Carlos e Mirian. Com a Idade de 41 anos se converteu ao Movimento Evangélico, incluindo sua esposa e seus filhos, sentindo-se mais útil à Deus, à família e à sociedade. Aos 65 anos se aposentou aproveitando assim para trabalhar em prol da Obra de Deus, consagrando-se presbítero aos 77 anos. Trabalhou com amor e dedicação por dois anos, quando foi acometido de uma enfermidade que o privou das coisas que mais amava. Faleceu no dia 07 de junho de 1997 no mesmo local onde começou sua vida matrimonial, rodeado de amor, carinho e dedicação de sua esposa, filhos e netos, viveu nesta cidade por um período de 58 anos. Sua esposa, atualmente com 102 anos, já recebeu o título de Personalidade da Cultura de Matinhos. 

sexta-feira, 10 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI WERNER GUILHERME AUGUSTO GAEDKE

Werner Guilherme Augusto Gaedke foi um grande herói da 2ª Guerra Mundial por combater acirradamente o Nazismo. Era natural de Jaraguá do Sul – Santa Catarina e nasceu em 11 de Agosto de 1920. Em 1941 foi convocado para ingressar no Exército, servindo no Teatro de Operações, na Itália. De Outubro de 1944 a Setembro de 1945, incorporou ao 11° Regime de Infantaria. Ao término da 2ª Guerra voltou ao Brasil para casa de seus pais em Anta Gorda, município de Videira – SC  e casou-se em 1947 com Elly Chiller. Deste casamento, três filhos: Almir, Belmir e Rosileia. Em 1985 transferiu sua residência para Matinhos. Faleceu em 13 de Maio de 1999 e está sepultado no Cemitério Municipal de Matinhos. Teve uma vida íntegra dando orgulho aos familiares e àqueles que o conheceram.


Relatos de sua nora: Francisca Isabel de Faria e Albuquerque Gaedke.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A ORIGEM DA CAIOBANDA


A Caiobanda, teve início há mais de  35 anos. Os foliões, que participavam do Baile Infantil de Carnaval no Iate Clube, saíam do salão e se deslocavam até a praça de Caiobá, arrastando a quem encontravam para a grande folia. Ritmados pela empolgante banda que entoava as inesquecíveis marchinhas, as famílias permaneciam ali na praça por horas, esbanjando alegria e mostrando suas fantasias. Era muito comum as famílias ou grupos confeccionarem o seu abaddá ou fantasia e irem juntas festejar o carnaval de Caiobá.  Com o passar do tempo a Caiobanda tomou novas proporções e já começava a atrair blocos, grupos de fantasias e foliões de vários outros lugares, resultando na sua adequação ao trio elétrico e mudança para o calçadão entre Matinhos e Caiobá, gerando também a Matimbanda. Hoje reúne milhares de pessoas que lotam as ruas e calçadas nos embalos dos trios elétricos e suas bandas. 


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