sexta-feira, 5 de maio de 2017

BAIRRO OU BALNEÁRIO?


A velha confusão entre Balneários e Bairros de Matinhos ainda persiste. Para isso buscamos algumas informações que poderão ajudar a esclarecer as principais dúvidas que chegam ao Departamento de Cultura sobre esta questão. Primeiramente é importante saber que BAIRRO é cada uma das partes em que se divide uma cidade ou município, para facilitar a orientação das pessoas e possibilitar a administração pública mais eficaz. BALNEÁRIO ou também conhecido como estação balnear é um conjunto de praias de um determinado município litorâneo com condições de acesso para que seus visitantes possam "se banhar". Então um bairro pode conter vários balneários como um balneário pode se estender por mais de um bairro. E para esclarecer, ao contrário do que muitos turistas possuem como informação, Caiobá é um bairro de Matinhos e contém dois balneários. 

Em Matinhos os bairros são:

Bairro Albatroz (possui balneários)
Bairro Bela Vista (sem balneários)
Bairro Betaras (possui balneários)
Bairro Bom Retiro (sem balneártios)
Bairro Caiobá (possui balneários)
Bairro Centro (possui balneários)
Bairro Gaivotas (possui balneários)
Bairro Praia Grande 
(possui balneários)
Bairro Praia Mansa 
(possui balneários)
Bairro Rio da Onça (sem balneários)
Bairro Riviera 
(possui balneários)
Bairro Sertãozinho (sem balneários)
Bairro Tabuleiro (sem balneários)
Unidade Administrativa do Cambará (sem balneários)


Já os principais Balneários se dividem em:

Balneário Caiobá (1000 metros do Centro)
Balneário Matinhos (Centro de Matinhos)
Balneário Flamingo (595 metros do Centro)
Balneário Riviera (1183 metros do Centro)
Balneário Praia Grande (3477 metros do Centro)
Balneário Flórida (4529 metros do Centro)
Balneário Saint Etiene (4953 metros do Centro)
Balneário Inajá (5458 metros do Centro)
Balneário Marajó (5744 metros do Centro)
Balneário Solymar (6138 metros do Centro)
Balneário Betaras (6494 metros do Centro)
Balneário Ipacaraí (6942 metros do Centro)
Balneário Perequê (7476 metros do Centro)
Balneário Jamail Mar (7762 metros do Centro)
Balneário Currais (8065 metros do Centro)
Balneário Albatroz (9077 metros do Centro)
Balneário Guaciara (9398 metros do Centro)
Balneário Jardim Elisa (9699 metros do Centro)
Balneário Costa Azul (9854 metros do Centro)
Balneário Caravelas (10294 metros do Centro)
Balneário Iracema (10950 metros do Centro)
Balneário Gaivotas (11172 metros do Centro)
Balneário Junara (12278 metros do Centro)
Balneário Corais (12566 metros do Centro)
Balneário Arco Íris (12722 metros do Centro)
Balneário Jardim Monções (12825 metros do Centro)

quinta-feira, 16 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI JOSIRENE GOUVEA

JOSIRENE GOUVEA nasceu em 17 de Janeiro de 1980 em Curitiba  e era filha de José Oliveira Gouvea e Maria Irene Gouvea (de família matinhense). Veio para Matinhos em 1981, residindo na Rua Porto Alegre, Rivieira,  até  Dezembro de 2000 e na Rua Bom Jesus de Iguape até  25 de Dezembro  de 2004, atualmente Rua JOSIRENE GOUVEA. Estudou a primeira parte do ensino fundamental na Escola Municipal Monteiro Lobato e concluiu no Colégio Estadual Sertãozinho. Cursou o Ensino Médio  com ênfase em contabilidade no Colégio Alberto Veiga  em Paranaguá. Cursou a faculdade de Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior na FAFIPAR,  em Paranaguá. Paralelamente fez Curso de espanhol e estava cursando inglês. Era membro e tocava clarinete na banda da Igreja Assembléia de Deus. Trabalhou um pouco mais de um ano no Cartório Eleitoral de Matinhos e três anos no  Banco  HSBC. Devido ao seu trabalho com o público se tornou uma pessoa muito conhecida em Matinhos e almejava um futuro promissor.  Sua morte repentina, aos 24 anos,  em pleno dia do Natal de 2004 abalou familiares e amigos. Ela trabalhou normalmente dia 24 até ao meio dia e  em seguida ajudou a preparar uma bela ceia para comemorar o Natal à meia noite,  o que era costume na família. No dia 25 acordou com uma crise de bronquite e às 14:00 horas foi levada para atendimento médico mas entrou em coma, teve duas paradas cardiorrespiratória e faleceu às 17:00 horas. Em 2005 a Câmara Municipal com projeto do Vereador Sandro Braga,  aprovou uma homenagem, por se tratar de família matinhense, e foi sancionada pelo Prefeito alterando o nome da rua de sua casa que passou a denominação de Rua JOSIRENE GOUVEA.


O Departamento de Cultura de Matinhos agradece aos pais pelas informações.

quarta-feira, 15 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI CARLOS ESTEVAM DA SILVA

Carlos Estevam da Silva, filho de José Francisco Inácio e de Ana Maria da Silva, nasceu no dia 04 de agosto de 1912, na cidade de Matinhos. Estudou o 1° e 2° ano na Escola Caetana Paranhos, em Caiobá. Com idade de 12 anos começou a trabalhar como pescador, tornando-se profissional na área. Através dessa profissão adquiriu todos seus bens, como: canoa, rede, banca e um paiol a beira da praia onde guardava todos os seus pertences. Conheceu na mesma cidade uma jovem por nome Luzia Gomes da Silva que a tomou por esposa no dia 23 de Dezembro de 1939.  Numa das propriedades pertencentes à família sua esposa construiu sua casa, na Rua Maria Phaifer Ferreira Gomes n° 180. Construíram suas vidas criando oito filhos, cujo mais velho (Alonso Carlos) faleceu na época por falta de recurso no lugar, criou então sete filhos: Euzi, Alonso, Zeli, Zenira, Aelson, Carlos e Mirian. Com a Idade de 41 anos se converteu ao Movimento Evangélico, incluindo sua esposa e seus filhos, sentindo-se mais útil à Deus, à família e à sociedade. Aos 65 anos se aposentou aproveitando assim para trabalhar em prol da Obra de Deus, consagrando-se presbítero aos 77 anos. Trabalhou com amor e dedicação por dois anos, quando foi acometido de uma enfermidade que o privou das coisas que mais amava. Faleceu no dia 07 de junho de 1997 no mesmo local onde começou sua vida matrimonial, rodeado de amor, carinho e dedicação de sua esposa, filhos e netos, viveu nesta cidade por um período de 58 anos. Sua esposa, atualmente com 102 anos, já recebeu o título de Personalidade da Cultura de Matinhos. 

sexta-feira, 10 de março de 2017

NOME DE RUA: QUEM FOI WERNER GUILHERME AUGUSTO GAEDKE

Werner Guilherme Augusto Gaedke foi um grande herói da 2ª Guerra Mundial por combater acirradamente o Nazismo. Era natural de Jaraguá do Sul – Santa Catarina e nasceu em 11 de Agosto de 1920. Em 1941 foi convocado para ingressar no Exército, servindo no Teatro de Operações, na Itália. De Outubro de 1944 a Setembro de 1945, incorporou ao 11° Regime de Infantaria. Ao término da 2ª Guerra voltou ao Brasil para casa de seus pais em Anta Gorda, município de Videira – SC  e casou-se em 1947 com Elly Chiller. Deste casamento, três filhos: Almir, Belmir e Rosileia. Em 1985 transferiu sua residência para Matinhos. Faleceu em 13 de Maio de 1999 e está sepultado no Cemitério Municipal de Matinhos. Teve uma vida íntegra dando orgulho aos familiares e àqueles que o conheceram.


Relatos de sua nora: Francisca Isabel de Faria e Albuquerque Gaedke.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A ORIGEM DA CAIOBANDA


A Caiobanda, teve início há mais de  35 anos. Os foliões, que participavam do Baile Infantil de Carnaval no Iate Clube, saíam do salão e se deslocavam até a praça de Caiobá, arrastando a quem encontravam para a grande folia. Ritmados pela empolgante banda que entoava as inesquecíveis marchinhas, as famílias permaneciam ali na praça por horas, esbanjando alegria e mostrando suas fantasias. Era muito comum as famílias ou grupos confeccionarem o seu abaddá ou fantasia e irem juntas festejar o carnaval de Caiobá.  Com o passar do tempo a Caiobanda tomou novas proporções e já começava a atrair blocos, grupos de fantasias e foliões de vários outros lugares, resultando na sua adequação ao trio elétrico e mudança para o calçadão entre Matinhos e Caiobá, gerando também a Matimbanda. Hoje reúne milhares de pessoas que lotam as ruas e calçadas nos embalos dos trios elétricos e suas bandas. 


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

CARNAVAL 2017 - MATINHOS E CAIOBÁ


HOMENS DO MAR - HOMENAGEM AOS QUE SE FORAM...

Homens que começam a trabalhar antes mesmo do galo cantar, 
Enfrentam o frio o cansaço, a dor, tempestades, tormentas e dificuldades que só aqueles que vivem do mar podem explicar. 
Homens que buscam o sustento de suas famílias na imensidão azul, 
Largam suas redes muitas vezes pouco trazem, mas mesmo com todas as dificuldades sempre carregam um sorriso nos rostos cansados.
História bonita não é? Mas agora vem a parte triste.
Homens do Mar, estes que muitas vezes saem mas não retornam, 
Vão buscar o sustento mas são surpreendidos com as peças que a vida prega, 
São tragados por aquele que os dá o sustento.

O mar dá, mas também tira, tira a vida de homens batalhadores e guerreiros, muitas vezes um preço alto a pagar, uma vida por um punhado de peixes. 
Justo ou não, quem somos nós para julgar?
 Para nós resta apenas a saudade, as lembranças e o vazio.

Uma homenagem à:
Leandro Rocha Gonçalves Machado, Pablo Luiz do Rosário e a todos os homens do mar que por vontade de Deus se foram, mas nunca serão esquecidos, pois se tornaram verdadeiras lendas...

Autor: Osmar Conde Machado Filho (Pescador e Primo).

CURSOS E OFICINAS PARA O 1º SEMESTRE DE 2017











DEPARTAMENTO DE CULTURA DISPONIBILIZA SALA DE LEITURA AOS TURISTAS


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

DESCENDENTES DE NEZINHO E ANGELINA RAMOS PROMOVEM 2º ENCONTRO DA FAMÍLIA.

Alguns dos familiares visitando a Praia do Castelinho. 
A família Ramos, descendente do casal Nezinho e Angelina, fazem seu segundo encontro em Matinhos. Manoel Pinto Ramos e sua esposa Angelina Moreira Ramos, já falecidos, eram naturais de Matinhos. Ele filho de Manoel Crisanto Ramos e Amélia Maria Ramos e irmão de Antonia, Jorge, Amélio e João. Ela, filha de Emília Apolinário de Santana com pai desconhecido e irmã de João. Todos os irmãos também já são falecidos. O casal Ramos, sobrenome sem procedência muito conhecida, tiveram seis filhos: Thadeu, Arizi e Janice, também com seis filhos cada; Aracy e Josiane com três filhos cada e Eraldo que não teve filhos. Thadeu, Janice e Eraldo também já são falecidos. Foram então 24 netos que continuam a família com bisnetos e tataranetos. 
As matriarcas: Aracy, Josiane, Arizi e Narcinda (viúva do Thadeu)
Seu Nezinho e Dona Angelina moravam na Rua João Inácio Freire, de frente para o mar, onde criaram seus filhos com dificuldades, como a grande maioria da família nativa matinhense. Também como em qualquer outra família suas vidas foram acompanhadas de tristezas e alegrias, de decepções e grandes vitórias... O maior legado deixado pelo casal foi o carinho extremo dedicado aos seus descendentes. Essa herança de afeto, respeito e dedicação fizeram com que hoje sua "prole" percebesse a necessidade de dar continuidade a esses valores realizando anualmente um grande encontro de todos, incluindo os "agregados" posteriormente e que também foram contaminados com esse espírito de muito respeito, afeto e amor verdadeiro entre eles. O carinho, ao fazer o  pirão de feijão para os netos e o abraço aconchegante do Seu Nezinho e Dona Angelina continuarão... Para sempre!!

Registro do 1º Encontro. 

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