quinta-feira, 30 de abril de 2015

NOME DE RUA: QUEM FOI FRANCISCO MESQUITA FILHO


Francisco Mesquita Filho foi lavrador. Nasceu em 25 de Maio de 1918 natural de Matinhos, filho de Francisco Viana Mesquita e Luiza Mesquita Viana. Casado com Dorvalina Alves Ramos  na data de 19 de Março de 1946. Tiveram 10 filhos, sendo eles: Henrique Mesquita, Marisa Mesquita Miranda, Marilda Mesquita, Marly Mesquita voltando, Ismail Mesquita, Marlete Mesquita Viana, Marlene Alves Mesquita, Francisco Mesquita Filho, Amauri Alves Mesquita e Maria Angela Mesquita. Homem trabalhador nasceu e viveu no município de Matinhos, tendo como morada o bairro Sertãozinho. Foi um dos desbravadores da região, participou e presenciou do progresso e desenvolvimento local. Trabalhou por muito tempo no alambique que pertenceu ao seu pai, alambique este que atualmente se encontra em exposição no museu de Paranaguá. Trabalhou na exploração da caxeta, caçava e pescava para o sustento da família. Plantava banana, mandioca, arroz, hortaliças entre outros... Reunia amigos e parentes que vinham do Cubatão, Parati, Cambará para fazerem mutirões em tempos de plantio e colheitas das lavouras, assim as famílias se ajudavam com os trabalhos. No término dos afazeres o proprietário da lavoura acolhia os que de longe vinham e festejavam com baile de fandango em sua casa. Era uma festa, as crianças dormiam sobre esteiras de palha enquanto os pais sapateavam noite adentro. Seu Francisco não perdia uma partida de futebol, pois era sua grande paixão. Trabalhou por muitos anos cuidando e zelando dos jardins de veranistas em Caiobá.  “Seu Chiquinho” como era chamado pelos veranistas também trabalhou no Candeias-Caioba. Faleceu na rua em um domingo, voltando para casa depois de assistir uma partida de futebol no campo do Jordão no dia 23 de Agosto de 1993.

Colaboração: Kelli Cristina Correia

NOME DE RUA: QUEM FOI MARLI MESQUITA CORREIA

Marly Mesquita Correia nasceu em 12 de Dezembro de 1954 na cidade de Matinhos-PR. Filha de Francisco Mesquita Filho e Dorvalina Alves Ramos. Casou em 23 de Janeiro de 1971 com o pescador Helio José Correia, teve 02 filhos; Jean Carlos Correia e Kelli Cristina Correia. Marly foi cozinheira por 17 anos na Colônia de férias do SESC. Sua trajetória foi curta, porém o tempo em quem viveu ensinou o que é o trabalho e o quanto ele dignifica o homem. Filha, esposa, amiga e mãe exemplar. Além de cozinheira ela foi uma grande artesã. Fazia trabalhos em crochê, tricô, artes em cipó e vendia aos hóspedes da colônia de férias em que trabalhava. A grande paixão era plantar em sua horta e jardim. Moradora do bairro Sertãozinho desde o seu nascimento,  Marly morreu aos 34 anos no dia 27 de Abril de 1989 a 100metros da sua casa, entrando para a história como a primeira vitima de atropelamento na PR-508 KM29 no bairro Sertãozinho. Deixou seus filhos ainda criança, hoje após 26 anos do seu falecimento seus filhos ainda lutam pela segurança no trânsito dessa região.

Colaboração: Kelli Cristina Correia

quarta-feira, 22 de abril de 2015

BANDAS E FANFARRAS NAS ESCOLAS JÁ É REALIDADE


O projeto “MÚSICA E ESCOLA” tem mostrado grande eficiência em algumas escolas municipais onde o projeto já vem sendo aplicado. Através de uma parceria entre o Departamento de Cultura, Secretaria de Educação e Escolas Municipais, as Escolas Wallace Tadeu de Mello e Silva, Complexo Educacional Francisco, Elias Abrahão e Programa Saberes já foram contempladas com este trabalho, atendendo cerca de 200 crianças e procurando levar a educação musical através da formação de Bandas e Fanfarra. 


Com isso se busca também a educação para os valores humanos na formação dos nossos alunos matinhenses. A coordenação geral do projeto está sob responsabilidade do  Departamento de Cultura e é executado pelo Prof. Lucas Vieira. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

FUNCIONÁRIA DO DEPARTAMENTO DE CULTURA SE APOSENTA


Maria José Travassos, nasceu no Município de Piraquara-PR, dia 19 de Março de 1955, chegando a Matinhos em 1957. Estudou então na Escola Isolada de Matinhos e no Colégio Estadual Gabriel de Lara. Casada Com Sílvio Travassos e mãe de Silvana Travassos. Em 1991 através de concurso passou a fazer parte do quadro de funcionários da Prefeitura de Matinhos. Trabalhou por dez anos no CMEI Caminho Alegre, cinco anos no CMEI Rosa Maria de Freitas Mesquita, quatro anos na Biblioteca Publica Municipal e quatro anos no Departamento de Cultura, onde irá encerrar sua vida profissional no dia 16 de Abril de 2015 por aposentadoria concedida. Maria diz que te toda sua vida profissional o Departamento de Cultura foi o local onde ela mais se realizou, mais foi feliz. Os funcionários do Departamento de Cultura de Matinhos agradecem todo o empenho e trabalho da “Maria do Silvio”, como é conhecida, e deseja muitas alegrias em sua merecida aposentadoria. 


quarta-feira, 15 de abril de 2015

A DANÇA CIRCULAR NA CASA DA CULTURA


Na vida cultural brasileira, as danças de roda possuem presença marcante, com tradições ancestrais marcadas pela mistura e hibridismo de influências indígenas, afro-brasileiras e europeias. Há incontáveis expressões consideradas populares e/ou folclóricas brasileiras em que as danças de roda estão presentes, de norte a sul do país, sendo que desde a infância as crianças aprendem sobre cirandas como brincadeira e como prática cultural, dentro e fora da escola. No Brasil, existem artistas e pesquisadores que mesclam o movimento das Danças Circulares com investigações e criações que dialogam com as culturas e danças brasileiras, estudando sua história, fazendo releituras, inventando novos passos e coreografias, divulgando nossas músicas, danças e artes em geral. Assim, as Danças Circulares (também conhecidas como Danças Circulares Sagradas ou ainda Danças dos Povos) têm se espalhado por parques, praças, escolas, centros culturais, por iniciativa de grupos independentes e também de inúmeras instituições públicas e privadas. Seus objetivos são reunir pessoas para vivenciar em conjunto experiências em que a multiplicidade de músicas e danças de diversas partes do mundo e de vários gêneros musicais apresentam possibilidades afetivas, subjetivas e educativas de construção de uma cultura da paz, na qual os corpos em movimento se tocam e se confraternizam,  repensando e reposicionando formas de sociabilidades e de práticas culturais na contemporaneidade. 

As Danças Circulares são conduzidas ou focalizadas por uma pessoa chamada de focalizador/a, geralmente alguém que estudou ou adquiriu alguma formação em um grupo de convívio regular ou ainda em cursos livres ou profissionais sobre essa prática, abordada como parte da história da dança e das artes. O papel de focalizador/a é o de ajudar as pessoas a interagir, a conviver em grupo, a vivenciar as danças numa roda ou círculo, explicando sobre os sentidos das músicas e coreografias escolhidas, ensinando alguns passos que serão dançados coletivamente, assim como acerca da história e da filosofia da dança e das Danças Circulares em particular. Nas Danças Circulares o que importa é que o grupo vivencie as danças, sejam estas meditativas, folclóricas e/ou contemporâneas, respeitando a forma como cada um coloca seu corpo em movimento e em diálogo com a presença das outras pessoas, buscando uma experiência de integração, em que emerge uma prática coletiva na qual as individualidades também têm seu espaço e seu papel. Algumas pessoas encontram nas Danças Circulares mais do que a possibilidade de aprender sobre uma arte, sobre outras culturas ou apenas para movimentar o corpo, pois podem conquistar igualmente uma experiência de autoconhecimento, de libertação, de solidariedade e, para alguns, até mesmo de outras expressões de amizade, de amor, de espiritualidade, todas essas expressões complexas e indizíveis de sociabilidade humana. A Dança circular acontece todas as Segundas e Quartas-Feiras às 09:00 Horas na Casa da Cultura de Matinhos.


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