segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nome de Praça: QUEM FOI ETELVINA RAMOS SANTANA


ETELVINA RAMOS SANTANA ,nasceu no dia 20 de Fevereiro de 1910, na cidade de Matinhos-Pr. Filha de Urbano Ramos e Otilia Luzia Ramos, casou com o Sr  Alexandre Leocádio Santana com quem teve 12 filhos: Jocelina Santana Bonatto (D. Gigi), Lindauro (Dodó), Elza Bassfeld, Maria Etelvina, Gilberto Alexandre (Giba), Zoraide Santana, Iazette (Zette), Gilson José (Nico), Alexandrina, Otilia e os gêmeos que faleceram ainda bebês. D. Etelvina trabalhava na roça ajudando seu esposo, salgava os peixes que eram  pescados para serem comercializados. Fazia balaios de cipó e taquara para uso de casa e da pesca. Costurava as roupas da família com muito carinho, além dos afazeres domésticos. As roupas eram lavadas no mesmo rio de onde era retirada a água para consumo da casa Ali as mulheres esfregavam as roupas com as mãos e batiam em tábuas para ajudar na retirada da sujeira, as vezes colocadas para “quarar” estendidas na grama, um trabalho nada fácil. O trabalho nas colheitas era feitos em mutirão, onde todas as famílias ajudavam e  no final dividido parte da produção para cada família que colaborou. Faziam grandes festas para comemorar e compensar o duro trabalho realizado, também as Festas religiosas com terços, ladainhas, fandango, fogueira e comidas típicas como: quentão, doce de goma, gemada com vinho, canjica ou café com arroz. Assim vivia D. Etelvina, com muita simplicidade e uma  fé inabalável  um respeito que infelizmente não se vê muito hoje. Histórias que precisam ser contadas para resgatar valores que são muito importantes para esta nova geração.

Terceira Idade no BAILE DO HAWAI


No último dia 20 a Casa da Cultura de Matinhos realizou o Baile do Hawai para o grupo Ativa Idade. Foram momentos descontraídos de fantasias, músicas, descontração e muita alegria estampada no rosto daqueles que participaram. Este grupo foi criado no início desta gestão e agora optaram por fazer, além de suas reunião semanais, um baile mensal temático. É coordenado pelo Professor Delcio Ramos, também Diretor da Casa e Chefe do Departamento de Cultura de Matinhos. As reuniões acontecem todas as Quintas-Feiras às 15:00 Horas no Salão de Artes (pavimento superior. Outras informações podem ser obtidas pelo fone (41) 3971-6259.

Nomes de Rua: QUEM FOI ALEXANDRE LEOCÁDIO SANTANA

Alexandre Leocadio Santana, filho de Leocádio Apolinário de Santana e Mariana Viana do Bonsucesso, nasceu no dia 17 de Março de 1907, na cidade de Matinhos-Pr. Casou-se com D. Etelvina Ramos Santana e tiveram 12 filhos: Jocelina Santana Bonatto (D. Gigi), Lindauro (Dodó), Elza Bassfeld, Maria Etelvina, Gilberto Alexandre (Giba), Zoraide, Iazette (Zette), Gilson (Nico), Alexandrina  Santana Trevisan (Tatá), Otília e mais os gêmeos que faleceram quando ainda bebês, e de seu segundo casamento Alexandre Santana..  No início do balneário não havia um serviço organizado de salva-vidas. Os pescadores freqüentemente eram solicitados a prestar socorro àqueles que eram levados mar adentro pela correnteza. Um desses pescadores era o Senhor Alexandre Leocádio que freqüentemente retirava de canoa e, às vezes a nado, os que estavam se afogando. Surgindo dessa forma a atividade de salva-vidas no litoral paranaense. O Sr Alexandre foi o primeiro salva-vidas de Matinhos. Pelos idos de 1954, o então Governador do Estado, Doutor Bento Munhoz da Rocha Neto fez a nomeação de guarda-vidas civil, que apenas em número de seis guarneceram as praias de Matinhos e Caiobá. Apenas em 1960 vieram os primeiros guarda-vidas, pertencentes ao Corpo de Bombeiros, que haviam feito o curso de salva-vidas no Rio de Janeiro. O encarregado de fiscalização dos trabalhos de Guarda-Vidas foi o Senhor Albano Muller, Juiz de Paz de Matinhos, sendo quem providenciava os meios para o bom andamento da atividade de guarda-vidas, trabalho este que não era remunerado. Além se seus serviços de salva vidas, pescador, o Sr Alexandre foi também agricultor, onde cultivava mandioca, milho, criava vaca leiteira, galinha, porcos. No local onde era seu sitio, hoje esta construída a estação de tratamento sanitário da Sanepar.  As festas religiosas eram a ponto alto da vida social da época. As novenas, os terços cantados... A fé era muito grande e exercitada através do respeito. Na Sexta-Feira Santa nada era feito de trabalhos diário, nem comida... Passavam o dia com canjica feita no dia anterior. Havia também os bailes com fandangos, que todos gostavam de participar. Como pescador o Sr Alexandre trabalhava muito, principalmente na caça ao cação, que era salgado e seco como o bacalhau  para comercializar. Há mais de um século e meio esta família habita Matinhos e hoje esta povoada de bisnetos, trinetos e tetranetos do Sr Appolinario Theodoro de Sant'Anna , bisavô de Alexandre Leocádio, de onde vem suas origens. Alexandre Leocádio Santana faleceu no dia 15 de Janeiro de 1993, com 85 anos. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Nomes de Rua: Quem foi CECILIANO TAVARES?


Ceciliano Tavares, mais conhecido  como  Cecílio Tavares, foi jogador profissional do CORITIBA  nas décadas de 30 e 40, revelando-se com ídolo do futebol. Participou  também da Seleção Paranaense em 41 e foi reconhecido como “craque” da época. Nasceu em Guaratuba no dia 22 de Novembro de 1915. Casou com a Sra Hilda Fantinato Tavares e tiveram oito filhos: Leila, Sérgio (do SESC), Gilberto, Jussara, Cecílio e  oito netos. Morou em Paranaguá e depois foi para o Rio de Janeiro onde fez parte da Seleção Carioca de Futebol. Chegou em Matinhos e aqui permaneceu por mais de 30 anos. Foi um dos primeiros veranistas que aqui construíram suas casas. Amava Matinhos e em todos os lugares que chegava sempre divulgava a cidade de seu coração. Foi uma pessoa que não teve inimigos pois transmitia uma alegria de viver contagiante, despertando confiança em quem se aproximava, e sempre  se procurava em ajudar e a orientar quem precisava de uma palavra amiga. Gostava muito de reunir os amigos para festejar a vida. Tinha uma preocupação com futuro  dos jovens, procurando assim ser um bom exemplo para eles.  


Entrevista feita ao Sr. Sérgio Juarez Tavares (filho) pela Prof. Sandra Jepp do Departamento de Cultura de Matinhos

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nome de Rua: QUEM FOI JOSÉ JOÃO BIGARELLA


JOSÉ JOÃO BIGARELLA, casado com Otilia Schaffer Bigarella e pai do geólogo João José Bigarella. Esteve entre os primeiros banhistas em Matinhos. Entre muitas contribuições para o desenvolvimento de nossa cidade  foi nomeado presidente da Empresa Melhoramentos de Matinhos, construindo uma pequena usina termoelétrica, sendo possível melhorar a qualidade da água que era consumida, antes de rios ou poços superficiais. Também na Serra, José João Bigarella refez as instalações de captação de água, ampliando-a e colocando  uma caixa de sedimentação para evitar a entrada de areia. Em Matinhos construiu um reservatório de pedra com capacidade de 58.000 litros, ainda hoje existente no morrote homônimo. José João Bigarella realizou o trabalho técnico da Empresa Melhoramentos de Matinhos dirigindo pessoalmente todos os trabalhos de instalação da rede, da construção da caixa de captação e do reservatório, bem como qualquer reforma necessária. Foi continuamente reeleito presidente, até a desapropriação da Empresa pela Prefeitura Municipal de Matinhos. Tal era seu envolvimento com a Empresa, que passou a ser conhecido como “o dono da água”. O arcebispo Metropolitano de Curitiba nomeou uma comissão para a construção da Igrejinha de Matinhos, entre outros  José João Bigarella como tesoureiro e orientador técnico. Logo reiniciaram a obra que estava paralisada desde 1939. A igreja foi inaugurada no dia 29 de junho de 1944.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Nome de Praça: QUEM FOI VALÉRIO ALVES CORDEIRO?



Valério Alves Cordeiro, nasceu no dia 03 de Março de 1917 na cidade de Guaratuba-PR. Veio para Matinhos com 12 anos de idade com seus pais que  aqui ficaram e  se estabeleceram até o fim de suas vidas. Casado com Carmelina Ramos Viana Cordeiro com quem teve 13 filhos: Nilceu, Geraldo, Celso, Hamilton, Gilberto, Maria de Jesus, Maria Valéria, Roseli, Rosi, Gina, Nilza, Vera, Nely (Loja Capri) e um neto  que criou como seu filho, o Sergio. Filho de Ana Alves e Horácio Alves. Foi pescador, agricultor e criador de animais como: galinhas, porcos e vacas leiteiras. Plantava milho, arroz, banana, mandioca, horta e fabricava farinha de mandioca. Toda sua produção era comercializada entre os moradores da cidade e veranistas que aqui vinham passar feriados e férias. Assim conseguiu criar seus filhos enfrentando muitas dificuldades e vencendo grandes batalhas. Hoje a família ainda mantém as terras que o Sr Valério morava na estrada do Cambará onde se encontra o “Sitio Pedra Branca”, um lugar agradável para passar dias tranquilos, fugindo do agito da cidade. Este ano foi realizado uma festa para reunir a família, que contou com mais de 80 pessoas entre filhos, netos, bisnetos, tataranetos. Valério Alves Cordeiro faleceu no dia 21 de Julho de 1989 com 72 anos, deixando suas raízes para o futuro de Matinhos.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Nomes de Rua: QUEM FOI MANOEL FERREIRA GOMES E MARIA PHAIFFER FERREIRA GOMES?



MANOEL FERREIRA GOMES

Manoel Ferreira Gomes, nasceu em Portugal na Ilha da Madeira no dia 20 de Março de 1877, veio pequeno para o Brasil, estabeleceram em Santa Catarina, com 18 anos foram  no Descoberto em Guaratuba onde conheceu  D. Maria  Silveria Phaiffer  logo se casaram e vieram morar na Prainha com seus pais. Tiveram 15 filhos: João, Antonia, Maria, Rosa, Francisco, Ana, Leopoldo, José, Luzia, Alexandre, Joaquina, Alexandrina, Francisca, Ermínia. E ainda sobrava espaço no lar e em seus corações para criar como filhos  a sobrinha Julia  e  Manoel Araújo.  Chamado carinhosamente de “Sr Maneco” ou “Padrinho” pelos amigos, sempre dividindo com quem precisava muitos mantimentos, pois era um grande agricultor e não havia miséria em sua dispensa, tudo era produzido com fartura. Tinha uma grande extensão de terras,  da região onde hoje era a Peixaria do Seda, Copel Trombeta, Praiana e Morro da Sanepar, tudo ali pertencia ao Sr Manoel. Plantava muitas coisas como: arroz, feijão, milho, café, cana de açúcar, frutas de diversas qualidades entre outras coisas. Organizava em sua casa a Festa de São Gonçalo, que era comemorado no dia 10 de Janeiro onde dançavam o fandango e cantavam para homenagear o Santo para arrumar casamentos, também a Festa de São Sebastião. Fabricava farinha, biju, polvilho, onde a mandioca era preparada com muitos cuidados na “bulandeira” (tipo de ralador gigante feito de cobre em forma de circulo, tinha  também o engenho de cana para extrair o caldo  ser cozinho e tornar um melado depois  apurado até  transformar em açúcar mascavo. Também uma parte do caldo de cana era levado para Guaratuba para fazer cachaça. Vendia suas produções em Paranaguá. Além de ser agricultor era também pescador, tinha quatro canoas e duas redes grandes para suas pescarias. Com sua ajuda foi construído o primeiro cemitério de Matinhos, pois os mortos eram levados para Guaratuba por não existir um espaço para sepultá-los.Na época da 2ª Guerra Mundial fornecia açúcar, peixe e farinha para os soldados que aqui ficaram, pois o Litoral era ponto vulnerável , sendo o mar uma porta aberta aos inimigos. Manoel Ferreira Gomes faleceu com 84 anos de idade,  no dia 18 de Janeiro de 1954,  uma vida de  muito trabalho e luta, muitas conquistas e realizações, deixando suas raízes aqui plantadas. Hoje com 98 anos de idade sua filha Luzia ajuda a relembrar sua história, lúcida e vivaz conta com orgulho sobre seus pais. Uma das famílias  pioneiras que  ajudaram a desbravar Matinhos.

MARIA PHAIFFER FERREIRA GOMES

Maria Phaifer Ferreira Gomes, nasceu  em meados de 1870, descendente de alemães,loira de olhos azuis, pequena de estatura mais  com um coração gigante, morava em Descoberto um bairro de Guaratuba. Vindo morar em  Matinhos depois de casada com o Sr Manoel Ferreira Gomes para morar na Prainha, desta união tiveram 15 filhos e dois filhos de criação. Mãe e esposa dedicada. Cuidava dos afazeres da casa e de seus filhos além de tecer chapéus de taquara preparados com capricho para uso da família na lavoura. O Sr “Maneco” como era chamado seu esposo pelos conhecidos e amigos, cortava as taquaras e trazia para D. Maria tirar pequenas tiras e tecer os lindos chapeis. Fabricavam balaios feitos de taquaruçú e cipó preto, com as cascas do cipó preto eram tecidos cordas para amarrar os animais e puxar as redes do mar, cestos usados em mulas para transportar as colheitas, eram chamados de cargueiros de timbopeba.Costurava as roupas de todos, cozinhava os alimentos que produziam nas plantações e das pescarias. Para conservação dos peixes eram defumados e salgados em balaios, para que durassem meses. Fazia pratos característicos da época como: pinhão com peixe, parati com feijão, cambira assada, charque assado. Ajudava na preparação de farinha de mandioca, ralando e torrando a mandioca, fazia bijus e goma para o  consumo da família e visitantes. Também ajudava no engenho de cana de açúcar, preparava o melado e o açúcar. O arroz que era cultivado em suas plantações era socado para retirada da casca e uma parte ficava para o consumo da família o restante juntamente com outras produções como: feijão, café, açúcar  eram comercializado pelo seu esposo em Paranaguá. Sua família uma das pioneiras que ajudaram a desbravar nossa cidade com muitas lutas e  conquistas, suas raízes bem plantadas permanecem com seus filhos, netos, bisnetos e  tataranetos.Faleceu no dia 23 de Dezembro de 1953. Sua história hoje  contada pela sua filha Luzia de 98 anos,muito lúcida e com olhar de saudades de um tempo querido que não volta mais.Também sua neta Profª Euzi que contribuiu com detalhes de suas lembranças de criança.

Pesquisa realizada pelo Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Matinhos através da Prof. Sandra Jepp. 


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PREFEITOS E VEREADORES NA HISTÓRIA DE MATINHOS


AS ADMINISTRAÇÕES DO MUNICIPIO DE MATINHOS

1ª GESTÃO- 1969/1972- 4 ANOS



VICE-PREFEITO:: Herbert Podbevesek

VEREADORES:
Mozart Gomes Corrêa
Darci de Oliveira
Jamil Medune
Nereu Lucio da Rosa
Edgar Podbevesek
Aristeu Juglair
Vicente Paula de Macedo
Erley Pedro Trappel
Samuel Trevisan


2ª GESTÃO – 1973/1976- 4 ANOS

VICE-PREFEITO: Eduardo Prost

VEREADORES:
Jamil Medune
Erley Pedro Trappel
Lindauro Alexandre Santana
Jacinto Mesquita de Souza
Mario Pock
Osvaldo Corrêa da Silva
Antonio Pereira Campos
Aniceto Zacarias

3ª GESTÃO – 1977/1982- 6 ANOS


PREFEITO: Antonio Silvano
VICE-PREFEITO: Luiz J. Jochoski

VEREADORES:
Jamil Medune
Luiz B. Zonneveld
Erley Pedro Trappel
Osvaldo Corrêa da Silva
Rosalvo José Borges
José Bandeira Assis
Aniceto Zacarias
Samuel Trevisan
Jacinto Mesquita de Souza

4ª GESTÃO- 1983/1988- 6 ANOS



PREFEITO: Mario Pock
VICE-PREFEITO: Samuel Trevisan

VEREADORES
Jamil Medune
Erley Pedro Trappel
Luiz B. Zonneveld
Francisco Carlim dos Santos
Mário Braga
Benedito Jacomil
Claudio Tkachechen
Anésio F. dos Santos
Antonio Pereira

5ª GESTÃO – 1989/1992 – 4 ANOS


PREFEITO:  Francisco Carlim dos Santos
VICE- PREFEITO: Luiz Carlos Tetour Pereira

VEREADORES:
Elias José Ferreira Romualdo
Hamilton  Bonatto
Jamil Medune
Valzinete Batista Nunes
Marcos Podbevesek
Lourival Alves
Anésio Ferreira dos Santos
Antonio Pereira (em memória - Subst: Eloir José da Silva)
Ordeley de Freitas Mesquita

6ª GESTÃO – 1993/1996- 4 ANOS



PREFEITO: Acindino Ricardo Duarte
VICE- PREFEITO: Geraldo Brasilino de Carvalho

VEREADORES
Elias José Ferreira Romualdo
Antonio Domingos de Souza
João Alboit
Anésio Ferreira dos Santos (Subst: Afonso Gerônimo Leite)
Benedito Jacomit
Jamerson Santana Gonçalves
Djamedes Maria Garrido
Olímpio Bruno da Silva
Celso Luis Malucelli

7ª GESTÃO – 1997/2000 – 4 ANOS



PREFEITO:Francisco Carlim dos Santos
VICE- PREFEITO: José Reinaldo Mueller

VEREADORES
Olímpio Bruno da Silva
José Carlos Viana
Antonio Domingos de Souza
José Vilmar Tetour Milhão
Francisco José Fofonca
Diorando Batista da Cunha
Joel Sergio da Silva
Jamerson Santana Gonçalves
Afonso Gerônimo Leite


8ª GESTÃO – 2001 / 2005 – 4 ANOS



PREFEITO: Acindino Ricardo Duarte ( 2001 a  2002)- 2 anos
VICE- PREFEITO: José Maria  de Paula Correia





INTERVENTOR  ESTADUAL: José Maria de Paula Correia  (2003)- 1 ano
PREFEITO: José Maria de Paula Correia (2004)- 1 ano

VEREADORES
Olímpio Bruno da Silva
Álvaro Rodrigues de Jesus
José Reinaldo Mueller
José Vilmar Tetour Milhão
Denise Hizuru Iwamura
Diorando Baptista da Cunha
Joel Sérgio da Silva
Jamerson Santana Gonçalves
Afonso Gerônimo Leite
Jamil Medune
Jorge Silva de Freitas
9ª GESTÃO – 2005/2008 – 4 ANOS




PREFEITO: Francisco Carlim dos Santos
VICE-PREFEITO: Francisco Arantes do Nascimento

VEREADORES
Afonso Gerônimo Leite
Antonio Pereira Neto
Denise Hizuru Iwamura
José Reinaldo Mueller
Luiz Antonio Ramos
Marcio José do Nascimento
Olimpio Bruno da Silva
Paulo Domingos de Carvalho Castro Junior
Sandro Moacir Braga

10ª GESTÃO – 2009/2012 – 4 ANOS



PREFEITO: Eduardo Antonio Dalmora
VICE-PREFEITO:Gentil Rodrigues Arzão

VEREADORES:
Afonso Gerônimo Leite
Durval Ferreira Romualdo
Jair de Borba Rosa
Jamerson Santana Gonçalves
Luiz Carlos dos Santos
Marcio Fabiano Mesquita Duarte
Marcio José do Nascimento
Sandro Moacir Braga
Simone Pereira


11ª GESTÃO - 2013/2016 - 4 ANOS





PREFEITO: Eduardo Antonio Dalmora
VICE-PREFEITO:Gentil Rodrigues Arzão

VEREADORES:
Márcio Fabiano Mesquita Duarte
Gerson da Silva Júnior
Jamerson Santana Gonçalves
Benedito de Jesus Thomaz de Oliveira (Benê)
Ari Antonio Alves Sobrinho
Durval Ferreira Romualdo (falecido durante a gestão)
Cláudio Amarante
Edival Martins Junior
José Carlos do Espírito Santo (Zé da Ecler)
Marcos Antonio Podbevsek (Marcão)
Sandro Moacir Braga
Renato Pereira da Silva



12ª GESTÃO - 2107/2020 - 4 ANOS





PREFEITO: Ruy Hauer Reichert
VICE PREFEITO: Denise Hizuru Iwamura

VEREADORES:
Sandro Moacir Braga
Márcio Fabiano Mesquita Duarte
Rodrigo Gregório dos Santos
Mário Braga Neto
Anderson da Silva dos Santos
Jair de Borba Rosa
Gerson da Silva Júnior
Sandro Paulo Ramos
José Carlos Espírito Santo
José Fernando de Lima
Renato Pereira da Silva




segunda-feira, 3 de setembro de 2012

HOMENAGEM AOS VOLUNTÁRIOS DA CASA DA CULTURA




Refletir sobre o que é ser voluntário exige a compreensão do papel do "eu" e do "nós" na sociedade. Ou seja, exige questionar: qual é o nosso papel social?
Ser voluntário é saber compartilhar o que temos de mais precioso: amor, felicidade, sabedoria, conhecimento, tempo e humildade. O voluntariado, então, pressupõe o compartilhar, e não o descartar as sobras do c
otidiano. No momento em que nos predispomos a compartilhar o que temos de melhor com as pessoas, é possível, então, dizer que somos voluntários.

Com o voluntariado aprendemos a ser empreendedores sociais. O voluntariado nos ensina a alorizar o amor ausente e não apenas o amor presente, a desconstruir conceitos, banir preconceitos e construir novos conceitos e, portanto, construir novos referenciais em nossas vidas.

Em síntese, é importante desenvolver a iniciação à arte de compartilhar: uma conduta sadia, inteligente, lógica e construtiva. Quem desenvolver, certamente experimentará uma nova escala de valores em suas vidas, humanizando cada vez mais o seu cotidiano. Não se trata de buscar respostas verbais sobre o papel do voluntário, mas de novas formas de agir, as quais sem dúvida exigem novos conhecimentos, novas condutas e novas aprendizagens. Como fazer? A resposta é: começar para experimentar.
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